Seleção de genótipos de tomateiro submetidos ao estresse hídrico em função da expressão de características fisiológicas

Autores

  • Debora Kelli Rocha Universidade Federal de Uberlândia
  • Gabriel Mascarenhas Maciel Universidade Federal de Uberlândia
  • Eusimio Felisbino Fraga Junior Universidade Federal de Uberlândia
  • Carlos Sebastião Machado Júnior Universidade Federal de Uberlândia
  • Gregory Gustavo Silva Nogueira Universidade Federal de Uberlândia
  • Rafaela Santos de Almeida Universidade Federal de Uberlândia

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v11i2a5369

Palavras-chave:

déficit hídrico, estresse abiótico, Solanum lycopersicum

Resumo

Objetivou-se neste trabalho avaliar o comportamento fisiológico de diferentes genótipos de tomateiro, a fim de contribuir com a seleção de plantas com tolerância ao estresse hídrico. Utilizou-se o delineamento casualizado em blocos, com três blocos e dez tratamentos, sendo: oito genótipos F2RC1 [UFU80- F2RC1 #1 (3.5); UFU102- F2RC1 #7 (13.4); UFU102- F2RC1 #7 (13.3); UFU102- F2RC1 #7 (16.8); UFU102- F2RC1 #3 (2.7); UFU80- F2RC1 #1 (11.8); UFU102- F2RC1 #7 (16.7); UFU102- F2RC1 #3 (14.5) ], e outros dois genótipos utilizados como testemunhas UFU-650 e LA-716. O experimento foi conduzido em ambiente protegido com monitoramento da densidade de fluxo (W m-2), radiação solar global (Qg), temperatura do ar (ºC), umidade relativa do ar (%) e o potencial mátrico no substrato (kPa). As características fisiológicas coletadas foram: temperatura foliar (Tleaf), CO2 interno (Ci), transpiração (E), condutância estomática (gs) e assimilação de CO2 (A), determinadas pelo analisador portátil de gás no infravermelho – IRGA. Pode-se observar que o acesso selvagem S. pennellii foi 6,96 vezes inferior em relação ao genitor recorrente UFU-650 (linhagem pré-comercial, susceptível ao déficit hídrico). A condutância estomática (gs) apresentou valores significativos entre os genótipos. Os resultados obtidos contribuem para caracterização fisiológica do acesso Solanum pennellii (tolerante a seca) e podem auxiliar na seleção de plantas F2RC1 resistentes ao déficit hídrico.

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Publicado

2016-06-30

Edição

Seção

Agronomia