Composição bromatológica da silagem de capim-elefante com diferentes proporções de casca desidratada de maracujá (<i>Passiflora edulis</i> Sims f. <i>flavicarpa</i>)

Autores

  • Braulio C.C. da Cruz Instituto Médio Agrário de Waku Kungo
  • Cristiane L. dos Santos-Cruz Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Aureliano J.V. Pires Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Jefferson B. Rocha Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Suely dos Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Milena P.V. Bastos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v5i3a853

Palavras-chave:

Composição química, ensilagem, subprodutos

Resumo

Avaliou-se a composição bromatológica das silagens de capim-elefante contendo diferentes níveis de inclusão (0; 10; 20 e 30%) de casca de maracujá desidratada (CMD) na matéria natural do capim-elefante, em um delineamento inteiramente casualizado, com 8 repetições. A gramínea foi cortada aos 60 dias de idade, triturada e ensilada juntamente com as proporções de CMD de cada tratamento. Após 30 dias, os silos foram abertos. Observou-se que a inclusão da CMD aumentou linearmente os teores de matéria seca (23,2 e 41,8 para os tratamentos 0 e 30%, respectivamente), favorecendo melhor fermentação da silagem, assim como os teores de proteína bruta (5,4; 8,5; 10,2 e 11,9) e carboidratos não-fibrosos (P < 0,005). Os teores de fibra em  detergente neutro, fibra em detergente ácido, hemicelulose e celulose foram reduzidos, indicando que a casca de maracujá desidratada pode ser utilizada em até 30% de inclusão na silagem de capim-elefante.

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Publicado

2022-03-16

Edição

Seção

Zootecnia