Qualidade fisiológica de sementes de algodão submetidas ao condicionamento osmótico e secagem

Autores

  • Alexandre B. de Oliveira Universidade Estadual do Piauí
  • Francisco J. C. Moreira Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará
  • Alek S. Dutra Universidade Federal do Ceará
  • Sebastião Medeiros Filho Universidade Federal do Ceará

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v5i3a783

Palavras-chave:

Germinação, Gossypium hirsutum L., priming, vigor

Resumo

O condicionamento osmótico ou priming tem sido considerado uma técnica promissora para acelerar a germinação e melhorar o desempenho das  sementes. Este trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar os efeitos da secagem de sementes de algodão de três cultivares osmocondicionadas sobre a germinação. Algumas sementes das cultivares CNPA 8H, BRS 200 Marrom e BRS-Verde foram submersas, em soluções de PEG 6000, na concentração de 178,34 g L-1 a 25 °C, correspondente ao potencial hídrico de –0,4 MPa, durante 24 horas. Uma parte das sementes, após o condicionamento, foi imediatamente colocada para germinar, e a outra foi submetida à secagem em estufa com circulação de ar, a 35°C, por 2, 4, 8, 16 e 32 horas, sendo determinados, em cada período, os teores de água das sementes. Os efeitos do condicionamento e da secagem foram avaliados por meio dos testes de: germinação, índice de velocidade e tempo médio de germinação. Para o algodoeiro, cv. CNPA 8H, recomenda-se que a secagem de sementes pós-condicionamento seja realizada por duas horas. As sementes de algodão da cultivar BRS 200 Marrom apresentam maior germinação quando pré-embebidas em PEG-6000, ou quando, além disso, são secadas por 4, 8 ou 32 horas. Quanto à cultivar BRS-Verde, suas sementes apresentam melhor desempenho germinativo quando o condicionamento osmótico é realizado seguido de 2, 4 ou 32 horas de secagem.

Biografia do Autor

Sebastião Medeiros Filho, Universidade Federal do Ceará

 

 

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Publicado

2022-03-16

Edição

Seção

Agronomia