Toxicidade do zinco em milheto cultivado em Latossolo Vermelho Distrófico

Autores

  • Thais M. R. da Silva Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”
  • Renato de M. Prado Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”
  • Diego W. do Vale Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”
  • Cíntia C. Avalhães Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”
  • Aline P. Puga Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”
  • Ivana M. Fonseca Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v5i3a652

Palavras-chave:

Desordem nutricional, micronutriente, nutrição de plantas, Pennisetum glaucum L.

Resumo

A toxicidade de zinco promove desordens nutricionais específicas para plantas de milheto, com prejuízos na produção de matéria seca. Objetivou-se com esse experimento avaliar os efeitos da aplicação de zinco no crescimento, na nutrição e na produção de matéria seca de plantas de milheto cultivadas em condições de casa de vegetação. O experimento foi desenvolvido na FCAV/UNESP em vasos preenchidos com 3 dm3 de amostra do horizonte superficial de um Latossolo Vermelho Distrófico, textura média, no período de outubro a dezembro de 2008. Para isso, foram utilizadas seis doses de zinco (0, 15, 30, 60, 120 e 360 mg dm-3), na forma de sulfato de zinco, dispostas em um delineamento experimental inteiramente casualizado e com quatro repetições. Aos 45 dias após a emergência, realizou-se o corte das plantas, sendo avaliadas a altura, o diâmetro dos perfilhos, o número de perfilhos, a área foliar, a massa foliar e o teor de Zn na matéria seca da parte aérea. O uso de altas doses de zinco diminuiu o crescimento e a produção de matéria seca do milheto, atingindo a toxicidade com teor de Zn na parte aérea de 451 mg kg-1.

Biografia do Autor

Ivana M. Fonseca, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”

 

 

 

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Publicado

2022-03-16

Edição

Seção

Agronomia