Composição química e salinidade do lixiviado em dois solos cultivados com cebola irrigada com água salina

Autores

  • Luiz G. M. Pessoa Universidade Federal Rural de Pernambuco
  • Emanoel E. M. Oliveira Universidade Federal Rural de Pernambuco
  • Maria B. G. dos S. Freire Universidade Federal Rural de Pernambuco
  • Fernando J. Freire Universidade Federal Rural de Pernambuco
  • Marcelo A. Miranda Universidade Federal Rural de Pernambuco
  • Renato L. dos Santos Universidade Federal Rural de Pernambuco

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v5i3a573

Palavras-chave:

Estresse salino, irrigação, sodificação

Resumo

Objetivando avaliar a composição química e a salinidade do lixiviado de dois Neossolos Flúvicos, cultivados com cebola irrigada com água salina, realizou-se um experimento montado em blocos casualizados no arranjo fatorial 2x3x6 (dois tipos de textura de solo – franco argilo siltosa e franco arenoso –, três níveis de condutividade elétrica - 200, 700 e 2.000 ?S cm-1 e seis valores de relação de adsorção de sódio - 0, 5, 10, 15, 20 e 25 (mmolc L-1)1/2) com quatro repetições. Aos 30, 60 e 90 dias após o transplantio foi coletado o lixiviado dos vasos, para avaliações de sua composição. Os teores dos cátions, do cloro, da condutividade elétrica e da razão de adsorção de sódio dos lixiviados aos 30, 60 e 90 dias após o transplantio elevaram-se com o aumento da salinidade das águas de irrigação. Apenas aos 90 dias os teores de cátions no lixiviado do solo de textura franco argilo siltosa superaram os do lixiviado do solo franco arenoso. Assim, águas de irrigação mais salinas promovem maiores perdas de elementos no solo pela remoção destes, sendo que nos solos de textura mais fina essa liberação tende a ocorrer de forma mais lenta.

Biografia do Autor

Renato L. dos Santos, Universidade Federal Rural de Pernambuco

 

 

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Publicado

2022-03-16

Edição

Seção

Engenharia Agrícola