Qualidade pós-colheita de variedades de melões produzidos sob estresse salino e doses de potássio

Autores

  • Marcelo T. Gurgel Universidade Federal Rural do Semiárido
  • Fábio H. T. de Oliveira Universidade Federal Rural do Semiárido
  • Hans R. Gheyi Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
  • Pedro D. Fernandes Instituto Nacional do Semiárido
  • Cláudio A. Uyeda Universidade Federal de Campina Grande

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v5i3a507

Palavras-chave:

Adubação potássica, Cucumis melo L., meloeiro, salinidade

Resumo

Dois experimentos de campo foram conduzidos nos anos de 2003 e 2004 em Mossoró, RN, para avaliar a qualidade pós-colheita de variedades de melão produzidas sob estresse salino e doses de potássio. No primeiro experimento testaram-se quatro tratamentos resultantes da combinação entre duas salinidades da água de irrigação (CEa = 0,80 e 3,02 dS m-1) e duas variedades de meloeiro (Orange Flesh e Goldex). No segundo experimento
foram avaliados os efeitos de dez tratamentos resultantes da combinação de cinco doses de K2O (218, 273, 328, 383 e 438 kg ha-1) com duas salinidades da água de irrigação (CEa = 0,52 e 2,41 dS m-1), utilizando-se apenas a cultivar Goldex. Ambos os experimentos foram conduzidos no delineamento de blocos ao acaso com quatro repetições. Por ocasião da colheita e trinta dias após o armazenamento dos frutos em câmara fria, determinaram-se os valores das variáveis: teor de sólidos solúveis totais, acidez total titulável, pH, condutividade elétrica do suco, firmeza de polpa e perda de peso após trinta dias de armazenamento. O aumento da salinidade da água de irrigação não influenciou os valores da maioria das características avaliadas, mas melhorou a qualidade dos frutos da variedade Orange Flesh pelo aumento do teor de sólidos solúveis totais nos frutos. O aumento da dose de K na cv. Goldex diminuiu a perda de peso dos frutos aos trinta dias após o armazenamento.

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Publicado

2022-03-16

Edição

Seção

Engenharia Agrícola