Estrobilurinas e carboxamidas na fisiologia e manejo de Alternaria sp. do tomateiro

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v17i1a151

Palavras-chave:

fotossíntese, fungicidas, fluorescência, Solanum lycopersicum L

Resumo

O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da aplicação de fungicidas à base de estrobilurinas e carboxamidas na fisiologia, manejo de Alternaria sp. e produção de frutos de tomate em ambiente protegido. Dois experimentos foram realizados em Salto-SP em 2018 e 2019. O delineamento experimental foi em blocos casualizados, com sete tratamentos: controle inoculado (aplicação de água e inóculo com Altenaria sp.), Controle absoluto (aplicação de água), azoxistrobina, boscalida, boscalida + azoxistrobina, piraclostrobina e boscalida + piraclostrobina e cinco repetições. Para verificar a eficiência fotossintética das plantas, foram realizadas análises da fluorescência da clorofila a e das trocas gasosas foliares aos 50, 95 e 120 DAT. Verificou-se também a severidade da doença (%) e pôr fim a produção total e comercial dos frutos. Pelos resultados, nas condições desta pesquisa, a aplicação dos fungicidas testados promoveram respostas fisiológicas positivas em plantas de tomateiro, controlando a pinta-preta e aumentando a produção de frutos. A aplicação dos fungicidas boscalida e azoxistrobina + boscalida pode ser uma ferramenta de manejo para Alternaria sp. no cultivo do tomateiro, por controlar a evolução da doença, bem como para promover melhores respostas fisiológicas e produtivas.

Biografia do Autor

Eduardo Santana Aires, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

Engenheiro Agrônomo formado na Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Campus III, DTCS-Juazeiro, mestre em Agronomia área de concentração: Horticultura Irrigada, na mesma instituição. Doutorando em Agronomia: Horticultura da UNESP (FCA-Botucatu). 

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Publicado

2021-12-28

Edição

Seção

Agronomia