Dimensionamentos experimentais e a precisão em ensaios com milheto e crotalária spectabilis

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v16i3a8686

Palavras-chave:

Crotalaria spectabilis Roth., tamanho ótimo de parcela, Pennisetum glaucum L., número de repetições, cultura de cobertura de solo

Resumo

O objetivo deste trabalho foi determinar o tamanho ótimo de parcela para avaliar a massa de matéria fresca de milheto (Pennisetum glaucum L.) e de crotalária spectabilis (Crotalaria spectabilis Roth.) em cenários formados por combinações de números de tratamentos, números de repetições e níveis de precisão experimental. Foram conduzidos 15 ensaios de uniformidade com milheto e crotalária spectabilis, em cultivo solteiro e em consórcio. Foi avaliada a massa de matéria fresca em 540 unidades experimentais básicas (UEB) de 1 × 1 m (15 ensaios × 36 UEB por ensaio). Foi estimado o índice de heterogeneidade de Smith (1938). Foi determinado o tamanho de parcela por meio do método de Hatheway (1961) em cenários formados pelas combinações de i tratamentos (i = 5, 10, 15, 20 e 25), r repetições (r = 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10) e d níveis de precisão (d = 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19 e 20%). Para avaliar a massa de matéria fresca de milheto e de crotalária spectabilis, em cultivo solteiro ou em consórcio, com 5 a 25 tratamentos e com cinco repetições, parcelas de 10 m² de área útil são suficientes para que diferenças entre tratamentos de 9% da média geral do experimento sejam consideradas significativas a 0,05 de probabilidade.

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Publicado

2021-09-08

Edição

Seção

Agronomia