Engaço da uva na fabricação de compósitos

Autores

  • Talita Baldin Universidade Federal de Santa Maria
  • Amanda Grassmann da Silveira Universidade Federal de Santa Maria
  • Maiara Talgatti Universidade Federal de Santa Maria
  • Elio José Santini Universidade Federal de Santa Maria
  • José Newton Cardoso Marchiori Universidade Federal de Santa Maria

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v13i1a5503

Palavras-chave:

propriedades físico-mecânicas, resíduos, ureia-formaldeído

Resumo

O presente estudo tem como objetivo verificar a possibilidade de utilização do engaço da uva na fabricação de compósitos. Foram utilizadas três diferentes proporções de madeira de pinus (Pinus eliottii) e engaço da uva, colados com adesivo ureia-formaldeído. A avaliação da qualidade dos compósitos compreendeu na determinação das propriedades físicas: teor de umidade; densidade; absorção de água e inchamento em espessura, após 2 e 24 h de imersão e das propriedades mecânicas: flexão estática; arrancamento de parafusos e dureza Janka. Foram confeccionadas lâminas histológicas para visualização anatômica das partículas e análises em microscopia eletrônica de varredura (MEV) para verificação da colagem nos compósitos. As propriedades físicas e mecânicas foram afetadas negativamente pela adição de partículas de engaço da uva. Os resultados podem ser atribuídos ao engaço possuirem sua constituição anatômica grande parte de células medulares, quando comparado às partículas de madeira. Do modo que a pesquisa foi conduzida é inviável o uso de engaço da uva para produção de compósitos.

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Publicado

2018-03-31

Edição

Seção

Ciências Florestais