Metodologias de avaliação de massa de forragem em leguminosas arbóreas

Autores

  • João Tiago Correia Oliveira Universidade Federal Rural de Pernambuco
  • Mario de Andrade Lira Instituto Agronômico de Pernambuco
  • Mércia Virginia Ferreira dos Santos Universidade Federal Rural de Pernambuco
  • Fernando José Freire Universidade Federal Rural de Pernambuco
  • José Carlos Batista Dubeux Júnior University of Florida
  • Erinaldo Viana de Freitas Instituto Agronômico de Pernambuco
  • Suellen Brandão de Miranda da Costa Universidade Federal Rural de Pernambuco

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v13i1a5500

Palavras-chave:

rendimento visual comparativo, método direto, produção de forragem

Resumo

Para escolha do método de estimativa de massa de forragem (MF) deve-se considerar a espécie vegetal, precisão requerida e tecnologia disponíveis. Neste sentido, objetivou-se avaliar os métodos de determinação de MF direto e rendimento visual comparativo com cinco e 10 padrões, nas arbóreas Gliricídia (Gliricidia sepium Jacq.) e Sabiá (Mimosa caesalpiniifolia Benth.) nas alturas até 1,5 m acima do solo e planta inteira (1,65 a 1,90 m para Gliricídia e de 3,63 a 5,03 m para Sabiá, com médias de 1,80 e 4,24 m, respectivamente), utilizando-se a planta como unidade amostral. As avaliações realizadas a cada 28 dias por um ano, 2012 a 2013. As árvores eram cultivadas em sistema silvipastoril com braquiária, sob lotação continua de bovinos com peso inicial de ±175 kg. Os métodos analisados por regressão nos ciclos de coleta e anualmente e comparados pelo teste F a 5%. Nas alturas avaliadas é possível estimar a produção de MF pelo método indireto, não havendo diferenças quanto ao número de padrões. A MF média anual de 118,547 kg em 2.250 plantas de Gliricídia ha-1, pouco variando entre as alturas. Na Sabiá a MF média anual foi de 398,241 e 702,281 kg em 2.250 plantas ha-1, nas alturas de até 1,5 m acima do solo e planta inteira, respectivamente. A utilização da planta como unidade amostral, possibilitou altos coeficientes de determinação acima de 0,800 nas análises anuais, para o método indireto.

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Publicado

2018-03-31

Edição

Seção

Zootecnia