Atividade antioxidante de plântulas provenientes de sementes de arroz armazenadas em diferentes temperaturas por 10 anos

Autores

  • Fabíola de Oliveira Krüger Universidade Federal de Lavras
  • Dario Munt de Moraes Universidade Federal de Pelotas
  • Daniel Fernandez Franco Embrapa Clima Temperado
  • Caroline Jácome Costa Embrapa Clima Temperado
  • Juliana de Magalhães Bandeira Instituto Federal Farroupilha
  • Patrícia Marini Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Farroupilha

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v12i2a5428

Palavras-chave:

enzimas antioxidantes, Oryza sativa L., potencial fisiológico, viabilidade

Resumo

A deterioração de sementes pode ocorrer durante a maturação precoce e armazenamento inadequado. Nos dois casos, a produção excessiva de espécies reativas de oxigênio tem contribuído com a perda do potencial fisiológico das sementes. Objetivou-se avaliar o potencial fisiológico de sementes e a atividade de enzimas antioxidantes em plântulas oriundas de sementes de arroz armazenadas por dez anos em diferentes temperaturas. Foram utilizadas sementes de arroz das cv. BRS Pelota, BRS Atalanta e BRS Firmeza acondicionadas em embalagem impermeável e armazenadas por dez anos a -15; 1 e 18 °C. Após esse período avaliou-se o potencial fisiológico e a determinação da atividade de enzimas do sistema antioxidativo (SOD, CAT, APX). O armazenamento a -15 e 1 °C proporcionaram melhores condições para a manutenção da viabilidade e do vigor das sementes das cv. BRS Pelota, Atalanta e Firmeza. Corroborando com a atividade enzimática das plântulas provenientes de sementes armazenadas sob temperaturas -15 e 1 °C. O armazenamento a 18 °C foi prejudicial à manutenção do potencial fisiológico das cv. BRS Pelota, Atalanta e Firmeza ao longo de 10 anos. A menor atividade das enzimas do sistema de defesa antioxidante indica sementes de maior vigor.

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Publicado

2017-06-30

Edição

Seção

Agronomia