O estoque de serrapilheira é eficiente como indicador ambiental em fragmentos florestais de encosta?

Autores

  • Rafael Nogueira Scoriza Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
  • Maria Elizabeth Fernandes Correia Embrapa Agrobiologia
  • Eliane Maria Ribeiro da Silva Embrapa Agrobiologia

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v12i1a5418

Palavras-chave:

biomassa florestal, conservação, floresta atlântica, macronutrientes

Resumo

A fragmentação da Floresta Atlântica aliada à sua importância são estímulos para pesquisas de base conservacionistas e de recuperação de remanescentes, o que pode ser feita através de indicadores ambientais. Com isso o objetivo deste trabalho é avaliar a eficiência do estoque de serrapilheira como indicador ambiental em fragmentos florestais de encosta. O estudo foi realizado nas épocas seca e úmida em quatro fragmentos de floresta Ombrófila Densa em Itaboraí, RJ. O estoque de serrapilheira no menor fragmento florestal (P2) foi inferior aos demais e não houve diferenças entre os terços dos fragmentos. Assim, este indicador mostrou retratar os fragmentos da mesma forma que suas características bióticas e abióticas, principalmente na época seca do ano, apresentando relações com a composição florística. As frações folhas e ramos e cascas foram as mais representativas, porém a fração restos foi o melhor indicador ambiental neste estudo. Esta que é resultante do aporte, estoque e decomposição promovida pelos organismos do solo, apresentou menores valores de peso e maior relação C N-1 no fragmento P2.

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Publicado

2017-03-31

Edição

Seção

Ciências Florestais