Distribuição espacial do anel vermelho (Bursaphelenchus cocophilus) e da resinose (Thielaviopsis paradoxa) em coqueiro

Autores

  • Carina Melo da Silva Universidade Federal Rural da Amazônia
  • Laís Carvalho Macambira Embrapa Amazônia Oriental
  • Érika de Paula Ramos das Mercês Universidade Federal Rural da Amazônia
  • Gisele Barata da Silva Universidade Federal Rural da Amazônia
  • Paulo Manoel Pontes Lins Socôco Agroindústria da Amazônia S.A.
  • Eudes de Arruda Carvalho Embrapa Quarentena Vegetal

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v11i3a5385

Palavras-chave:

Cocos nucifera, epidemiologia, geoestatística

Resumo

O objetivo deste trabalho foi mapear a distribuição espacial do anel vermelho e da resinose e estudar a relação entre estas doenças em plantio de coqueiro. A incidência das doenças foi quantificada individualmente, atribuindo-se nota 1 para presença ou 0 para ausência de cada doença. A análise geoestatística foi realizada pelo ajuste de semivariogramas isotrópicos, interpolação dos dados por krigagem ordinária e confecção de mapas tridimensionais. Empregou-se a correlação de Pearson para avaliar a relação entre as doenças. Ajustou-se o modelo exponencial aos semivariogramas isotrópicos para a incidência do anel vermelho e da resinose, com alcances de 20 e 11 m, respectivamente. Foi observada a distribuição agregada com moderada dependência espacial para o anel vermelho e forte dependência espacial para a incidência de resinose. O ajuste de dados ao modelo exponencial denotou a ocorrência da formação de focos de disseminação das doenças, conforme observados na área de plantio de coqueiro. Houve efeito significativo positivo (P < 0,01) para a correlação entre as doenças. A incidência do anel vermelho e da resinose em plantios de coqueiro apresentam distribuição espacial do tipo agregada e estão relacionados entre si.

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Publicado

2016-09-30

Edição

Seção

Agronomia