Composição florística de florestas em diferentes estágios de regeneração no Rio Grande do Sul

Autores

  • Michelle Dullius Universidade Federal de Santa Maria
  • Ricardo Simão Diniz Dalmolin Universidade Federal de Santa Maria
  • Solon Jonas Longhi Universidade Federal de Santa Maria
  • Fabrício da Araújo Pedron Universidade Federal de Santa Maria
  • Taciara Zborowski Horst Universidade Federal de Santa Maria
  • Luiz Thiago Brondani Greff Universidade Federal de Santa Maria

DOI:

https://doi.org/10.5039/agraria.v11i3a5382

Palavras-chave:

encosta da serra geral, fitossociologia, floresta estacional, floresta secundária

Resumo

Este trabalho teve como objetivo descrever e comparar a composição florística e a estrutura da vegetação arbórea e arbustiva de dois fragmentos florestais com estágios diferentes de regeneração. Foi realizado um inventário florestal dos fragmentos, adotando-se o método de amostragem sistemática com unidades amostrais (UAs) de área fixa, com dimensões de 20 x 10 m, distribuídas em toda área. Foram alocadas 23 UAs no fragmento da floresta secundária e 10 UAs no fragmento da capoeira onde se realizou o levantamento da vegetação em três classes de inclusão: R1 (Regeneração de plântulas): h ? 50 cm e DAP < 2 cm; R2 (Regeneração estabelecida): DAP entre 2 e 5 cm; e A (Estrato arbóreo): DAP ? 5 cm. Foram encontradas 87 espécies pertencentes a 36 famílias. A composição florística foi similar no estrato arbóreo, apresentando a espécie Lithrea molleoides como a mais importante em ambos os fragmentos. A regeneração natural da floresta secundária foi caracterizada pela espécie Psychotria leiocarpa e a regeneração da capoeira pela Myrcia oblongata. As diferenças observadas entre as florestas apontam mudanças no componente arbóreo-arbustivo sugerindo mudança no estágio sucessional.

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Publicado

2016-09-30

Edição

Seção

Ciências Florestais