Crescimento de plantas jovens em pomar de pitangueira: avaliações do sombreamento na formação das mudas e de sistemas de condução das plantas
DOI:
https://doi.org/10.5039/agraria.v20i4a3678Palavras-chave:
tratos culturais, Eugenia uniflora L., fruta nativa, ambiente de produção da mudaResumo
A pitangueira é fruteira nativa que apresenta carência de informações técnicas para seu correto manejo em viveiro e pomar. Objetivou-se com este trabalho avaliar a sobrevivência e crescimento de pitangueiras nos primeiros anos de plantio a campo de acordo com o sistema de condução e condição de sombreamento que a muda foi formada. O trabalho foi conduzido na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) – Campus Dois Vizinhos, durante os anos de 2019, 2020 e 2021. Foram avaliados o diâmetro de caule, altura de planta, número e comprimento de brotações primárias, número de folhas novas emitidas e teor de clorofila total. A estação climática influenciou para os surtos nos incrementos de crescimento ocorridos nas pitangueiras dentro de cada ciclo produtivo. Quanto aos sistemas de condução, as pitangueiras conduzidas de forma livre demostraram maior vigor vegetativo do que aquelas conduzidas em líder central e taça, o que justifica a adoção de sistemas de condução para essa fruteira nativa. A intensidade luminosa em que a muda foi produzida influenciou sobre o crescimento das pitangueiras nos três anos de cultivo, tendo nas telas de sombreamento preta com intensidade luminosa de 50% e 35% melhores resultados nos primeiros anos a campo.
